Em “Amor à Vida”, Valdirene discute com travesti na cadeia

Por Eduardo Silvestre

A personagem de Tata Werneck em “Amor à Vida”, Valdirene, não tem jeito mesmo. A periguete, após ser presa por fugir da polícia em um carro roubado com um traficante, não poupa suas pérolas nem na cadeia.

Segundo informações publicadas pela revista “Minha Novela”, ela passará a noite toda na cadeia e ficará indignada por ver um travesti sendo liberado da cela. Não se contendo ela dirá: “Ela? Não é justo, eu é que tinha que ser solta. Ela nem devia estar nesta cela. Devia estar com os homens”.

O travesti ficará revoltado e rebaterá as palavras da moça. Ele dispara não deixando barato:

“Tá dando palpite na minha vida a troco do que, periguete? Fica sabendo, sou mais mulher que você! Sabia que você pode ser presa por agressão moral?”.

Com medo, ela decide voltar atrás e pede desculpas para a colega de cela. Tudo em vão, pois o travesti dá uma lição de moral na moça, contando que é ele quem sustenta toda sua família. Ele diz:

“Todo mundo vive desse silicone”, e cômica, como sempre, Valdirene diz: “Pô, esse silicone tá rendendo, hein?”.

Após todo o ocorrido ela ainda vai ter a cara de pau de pedir para que ele ligue para sua mãe, o oferecendo um mês grátis de hot-dog. O travesti rebate dizendo que não está passando fome, e lembra que por baixo de todo seu silicone ainda tem um coração. Apesar de tudo, ele diz que vai ligar para a mãe da “piradinha”. 

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